Prato Legal
A gente transformou uma exigência da legislação trabalhista em uma ferramenta que o dono de lanchonete usa sozinho, sem precisar de nutricionista do lado.

Fazer milhares de restaurantes e lanchonetes credenciados entenderem e aplicarem as exigências nutricionais do PAT, um programa federal, sem que eles tivessem formação técnica para isso.
Criou a marca Prato Legal, o site do programa e uma ferramenta interativa onde a própria pessoa monta o prato e recebe a orientação nutricional na hora. Depois levou a mesma mensagem pro balcão, em papel de bandeja e folder.
A norma virou algo que dá pra usar. A ferramenta se tornou o principal ponto de contato do programa, e a ASSERT ganhou um jeito concreto de se aproximar da rede credenciada.
Por que esse projeto
O PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador) é uma política federal que estabelece o que uma refeição precisa ter pra ser considerada adequada. Quem paga a conta são as empresas, quem come é o trabalhador, e quem precisa botar isso no prato é o restaurante credenciado. A ASSERT reúne as empresas que operam o sistema de refeição-convênio. Ela criou o Prato Legal como um programa pioneiro pra orientar a rede credenciada a servir comida saudável, equilibrada e dentro da norma. O problema é que orientação nutricional escrita em linguagem de norma não chega a quem precisa aplicar. E aqui vale entender quem é esse público de verdade: não é uma rede com departamento de nutrição. É o dono da lanchonete, que monta o cardápio entre um pedido e outro.
O desafio
Duas camadas de dificuldade, e nenhuma delas era desenhar um site. A primeira é regulatória: o conteúdo vinha de uma norma federal, com critérios nutricionais que não podem ser simplificados a ponto de ficarem errados. Traduzir sem distorcer é a parte difícil. A segunda é de público: quem precisava aplicar a norma não tinha formação para lê-la. Qualquer solução que exigisse conhecimento técnico prévio ia falhar no primeiro contato.
Como a gente pensou
A virada foi parar de tratar isso como conteúdo e começar a tratar como ferramenta.
A saída óbvia seria uma cartilha: pegar as diretrizes do PAT, diagramar bonito, publicar em PDF e mandar pra rede credenciada. Teria sido mais barato e mais rápido, e teria virado mais um arquivo que ninguém abre.
Em vez disso, a gente inverteu a lógica. Se o problema é que a pessoa não sabe montar um prato dentro da norma, então ela não precisa ler a norma: ela precisa montar o prato e ser avisada na hora. A regra sai do texto e entra no comportamento da interface. Foi assim que nasceu a ferramenta interativa: a pessoa escolhe os alimentos disponíveis, monta o prato na tela e recebe a orientação nutricional em tempo real. Ninguém precisa entender o PAT para acertar. Precisa só usar.
A marca veio depois disso, não antes. A identidade do Prato Legal foi desenhada pra carregar credibilidade, saúde e cuidado, que eram os valores que a ASSERT queria passar tanto pro restaurante quanto pro trabalhador. Uma associação técnica falando com dono de lanchonete precisa soar confiável sem soar burocrática.
E a gente foi atrás da pessoa onde ela decide. O dono do restaurante decide o cardápio no restaurante, não no computador. Por isso o programa não parou no digital: virou papel de bandeja, folder e material de ponto de venda, com a mesma linguagem.
O que a gente entregou
- Identidade visual completa da marca Prato Legal.
- Site do programa.
- Ferramenta interativa de montagem de prato, com orientação nutricional em tempo real.
- Newsletter de e-mail marketing para a rede credenciada.
- Papel de bandeja para os restaurantes parceiros.
- Folders informativos e materiais de apoio no balcão.
Prova visual
Resultado e impacto
A norma virou algo que dá pra usar. A ferramenta de montagem de prato se tornou o principal ponto de contato do programa, e é por ela que a diretriz do PAT chega de forma simples e visual, tanto pro comerciante quanto pro trabalhador atendido. Para a ASSERT, o Prato Legal se consolidou como uma ferramenta prática de aproximação com a rede credenciada: uma iniciativa só que reúne orientação nutricional, comunicação de marca e ação no ponto de venda, em vez de três frentes separadas. E como o programa saiu da tela e chegou à bandeja, a orientação passou a acontecer no momento em que a decisão é tomada.
Ficha técnica
- Cliente
- ASSERT · Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador
- Programa
- Prato Legal
- Contexto legal
- PAT · Programa de Alimentação do Trabalhador
- Públicos
- restaurantes e lanchonetes credenciados · trabalhadores beneficiários · operadoras de vale-refeição
- Entregas
- marca · site · ferramenta interativa · newsletter · material de ponto de venda
Serviços aplicados
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