Portal curitiba.pr.leg.br
Um portal legislativo inteiro reconstruído em software livre, com 41 mil notícias migradas sem perder o histórico da cidade.

Modernizar o principal canal de comunicação da Câmara, que não acompanhava mais os padrões de navegação nem funcionava bem no celular, sem perder nada do acervo.
Reconstruiu o portal em CMS Plone, software livre, com foco em navegação móvel, transparência e acessibilidade. Migrou mais de 200 páginas de conteúdo e 41 mil notícias.
Um portal no ar, mais intuitivo, transparente e acessível, validado pelo ITPL do Senado Federal e pelo sistema ASES do governo federal.
Por que esse projeto
Promover participação popular, transparência e acesso à informação é obrigação do poder público, não escolha editorial. E em Curitiba, o canal onde isso acontece é o portal da Câmara. O problema é que o portal tinha sido feito para outro tempo. A maior parte das pessoas chega ao conteúdo legislativo pelo celular, e a experiência ali não estava construída para isso.
O desafio
O acervo. Um portal legislativo é um arquivo público: mais de 200 páginas de conteúdo e 41 mil notícias que documentam anos de atividade da Câmara. Nada disso pode se perder na migração, e nada pode quebrar de link, porque conteúdo legislativo é citado e referenciado por fora. A régua também não é opinião: portal público responde a instrumentos formais de avaliação, o ITPL, do Senado Federal, e o ASES, avaliador de acessibilidade do governo. Não adianta parecer transparente e acessível, tem que passar na medição. E a escolha da plataforma pesa por décadas, porque quem opera o portal é o time da Câmara, e a tecnologia escolhida vai definir o trabalho dele por muitos anos.
Como a gente pensou
A escolha do Plone foi de política pública, não de preferência técnica. É um CMS de software livre, usado por instituições públicas, sem licença que dependa de fornecedor único. Uma Câmara não pode ficar refém de uma tecnologia proprietária cujo contrato pode encarecer ou acabar.
Vale reparar no contraste com o outro portal legislativo que a gente entregou: na Câmara de São Paulo, a decisão certa foi manter o WordPress, porque era o que o time já dominava. Aqui, foi Plone. A pergunta é a mesma nos dois casos, e a resposta não: o que serve melhor a esta instituição, e não o que a gente prefere usar.
Mobile primeiro, porque é onde o cidadão está. A modernização foi guiada pela navegação em celular, que é como a maior parte das pessoas chega a conteúdo legislativo hoje.
E acessibilidade medida, não declarada. ITPL e ASES entraram como critério de projeto desde o começo, não como conferência no fim.
O que a gente entregou
- Novo portal em CMS Plone, na versão mais recente.
- Migração de mais de 200 páginas de conteúdo.
- Migração de 41 mil notícias, preservando o acervo.
- Navegação repensada para celular.
- Adequação a boas práticas de programação e padrões de design.
- Validação por ITPL (Senado Federal) e ASES.
Resultado e impacto
O portal entrou no ar mais intuitivo, mais transparente e mais acessível, com aumento da relevância e do número de acessos. Para a Câmara, o ganho vai além da interface: escolher software livre na versão mais recente significa um portal que pode evoluir sem depender de fornecedor único, e que continua atendendo os critérios de transparência e acessibilidade que instrumentos federais medem.
Ficha técnica
- Cliente
- Câmara Municipal de Curitiba
- Portal
- curitiba.pr.leg.br
- Plataforma
- CMS Plone (software livre)
- Aferições
- ITPL (Senado Federal) · ASES
- Volume migrado
- 200+ páginas · 41 mil notícias
Serviços aplicados
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